"I say high, you say low
You say why
And I say I don't know
Oh, no
You say goodbye
and I say hello
Hello, hello..."
Como todos os dias, acordei cedo. Acordei até mais cedo que o de costume mas ainda assim tive que correr pra não perder o autocarro. No autocarro descobri que o meu cartão de passe não funciona na paragem mais próxima da minha casa. Vejam bem, eu expliquei pra rapariga que fez o meu cartão que eu queria ir todos os dias das Guardeiras à Matosinhos e paguei pelas respectivas zonas, como manda a boa conduta. Mas, segundo o motorista, eu teria que andar até a próxima paragem, aí sim, tomar o bonde. Teria. Mas se eu demorar dois minutinhos procurando o cartão na bolsa, já dentro do veículo, não tenho. É o tempo de chegar na próxima paragem e pronto. Jeitinho brasileiro? "É sinsinhôra"! Mas também os portugueses inventam cada uma!
You say why
And I say I don't know
Oh, no
You say goodbye
and I say hello
Hello, hello..."
Como todos os dias, acordei cedo. Acordei até mais cedo que o de costume mas ainda assim tive que correr pra não perder o autocarro. No autocarro descobri que o meu cartão de passe não funciona na paragem mais próxima da minha casa. Vejam bem, eu expliquei pra rapariga que fez o meu cartão que eu queria ir todos os dias das Guardeiras à Matosinhos e paguei pelas respectivas zonas, como manda a boa conduta. Mas, segundo o motorista, eu teria que andar até a próxima paragem, aí sim, tomar o bonde. Teria. Mas se eu demorar dois minutinhos procurando o cartão na bolsa, já dentro do veículo, não tenho. É o tempo de chegar na próxima paragem e pronto. Jeitinho brasileiro? "É sinsinhôra"! Mas também os portugueses inventam cada uma!
A lingua é a mesma em teoria mas na prática eu tenho as minhas dúvidas. Existe um vão na comunicação para além do meu vão entendimento. Se camisola se usa em tempo frio, durex é preservatio e quando ofereço refrigerante os miúdos perguntam-me "tem picas?", concordam comigo que as diferenças linguísticas causam, no mínimo, ruídos na comunicação?
Talvez não seja novidade o próximo caso porque já contei para algumas pessoas, mas numa das noitadas de Coimbra aconteceu assim:
A fome bateu avassaladora no meio da pista de dança da Associção Acadêmica. Fomos à Praça da República comer uma sandes ( o nome que dão para sanduiche aqui, e não é gíria). O diálogo foi o seguinte:
- Boa noite. Quanto custa? (apontando pro lado onde tinha um grande variedade de sandes)
- Dois euros.
- Todos eles?
- Não senhora, cada um.
Será que estavamos com tanta cara de fome pro gajo achar mesmo que queriamos os 20 sanduiches da montra (vitrine)?
- Boa noite. Quanto custa? (apontando pro lado onde tinha um grande variedade de sandes)
- Dois euros.
- Todos eles?
- Não senhora, cada um.
Será que estavamos com tanta cara de fome pro gajo achar mesmo que queriamos os 20 sanduiches da montra (vitrine)?
Há momentos em que eu até entendo a razão da literalidade e clareza de cá. Até faz algum sentido, mas a verdade é que brasileiro aprende na vida, às vezes na marra, a ser bom entendor: meia palavra basta. Já aqui pra cada palavra tem de se dizer uma e meia... Ó pá, fógo! E ai de tí que não percebas! Vejam só a coitada da Anabela (podem clicar que o link é confiável):
http://www.youtube.com/watch?v=hIrRNFa8OiA&feature=PlayList&p=4645E17F5561CD2C&playnext_from=PL&playnext=1&index=102
http://www.youtube.com/watch?v=hIrRNFa8OiA&feature=PlayList&p=4645E17F5561CD2C&playnext_from=PL&playnext=1&index=102
P.S.1: Créditos o Saturato por me apresentar Anabela.
P.S.2: Hoje falta exatamente um mês. \o/
P.S.2: Hoje falta exatamente um mês. \o/
adorei a anabela! hahahhaha
ResponderExcluirbjinhos
obrigada
ResponderExcluirAjudei num post! uhuuul!
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