segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Nono dia; 13/08

Dia de conhecer a parte nova de Lisboa. Tour arquitetônico contemporâneo para deleite das lentes fotográficas de minha irmã: Parque das Nações, Pavilhão do Conhecimento - Ciência viva, Pavihão de Portugal (mais uma do Siza), e... o Oceanário! Um áquario central gigantesco, com tubarões, peixinhos e peixões. Fora pequenos outros aquários periféricos com tudo quanto é bicho marítimo e outras espécies em representações de habitat com água e terra firme.

Tinha pinguím! Um deles não parava de se exibir na água. Dançava batendo as perninhas e sacudindo o bico pra lá e pra cá. Tinha ainda uns outros que eu aposto que estavam namorando, num cantinho sussegado, deitados, um com a cabeça sobre o outro. Sao tão fofinhos, tão carinhosos, deve ser esse o motivo de cairem tão fácil no gosto da gente.

Tinha aqueles seres quase mágicos que se movem como plumas nas águas e brilham. Tinha estrelas do mar, dragões marinhos e sapinhos minúsculos. E tinha crianças de toda Europa a perambular pelos espaços tão maravihadas quanto eu. Algumas com seus pais, outras em colônia de férias. Pois é, os miúdos têm muitas opções de férias por aqui: atividades nas praias, nos museus, nos parques, cursos, albergues... que sonho!

Depois de ver tanta vida marinha deu vontade de mar. Partiu praia de Cascais! Para melhorar, matei um poquinho da saudade de Coimbra com a companhia de Joana Júlia. Ô coisa boa! Ainda sobrou um restino de energia para ir à um concerto na Casa da Pólvora: XVIII Festival Sete Sóis Sete Luas. Tinha fado, musica espanhola, italiana, árabes... belíssimo ver gente que canta e toca de verdade.

Não importa o calor que faça durante o dia, à noite um casaco se torna necessário e quase indispensável por aqui. O friozinho nos impele ao aconchego noturno. Foi bom pra encerrar o dia.

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