Provei o melhor croissant da minha vida em meio a um monte de adolescentes que participavam de uma espécie de colônia de férias na Residência Cerveri. Era um curso de inglês que havia ocupado andares do albergue para passar alguns dias do verão com os niños. Adorei!
Fomos logo cedo pras ruas em busca dos encantos da cidade. Agora tranquilamente, sem pressa, sem "ter que". Depois de cruzar o rio Onyar umas tantas vezes pela Ponte de Pedra e pela Ponde de Ferro do Eiffel conseguimos mapas e partimos pro passeio medieval. Pedras, pedras e mais pedras combinadas em muralhas, catedrais, ruelas estreitas, largos... às vezes a minha vista esfumaçava um pouco e eu via carruagens com damas de vestidos pomposos escondidas lá dentro, um principe a galopes, cavalheiros que exibiam suas armaduras lustradas... Esfregava os olhos e voltava a ver turistas e máquinas fotográficas no cenário dos meus sonhos.
Talvez por não ter criado nem uma fagulha de expectativa, Girona foi um lugar surpreendentemente adorável. É impressionante o que acontece quando não se faz na mente um filme do que ainda vai acontecer. As cenas se desenrolam tão naturalmente como nas mãos de um bom diretor.
À noite, com Alejandro de trilha sonora, de volta ao aeroporto, demos adios à mais recente campeã do mundial (diga-se de passagem, não havia resquícios de entusiasmos com a primeira vitória na copa).
Já quase havia esquecido o quanto era divertido estar com portugueses quando as luzes do avião se apagaram para o procedimento normal de decolagem noturna:
Fomos logo cedo pras ruas em busca dos encantos da cidade. Agora tranquilamente, sem pressa, sem "ter que". Depois de cruzar o rio Onyar umas tantas vezes pela Ponte de Pedra e pela Ponde de Ferro do Eiffel conseguimos mapas e partimos pro passeio medieval. Pedras, pedras e mais pedras combinadas em muralhas, catedrais, ruelas estreitas, largos... às vezes a minha vista esfumaçava um pouco e eu via carruagens com damas de vestidos pomposos escondidas lá dentro, um principe a galopes, cavalheiros que exibiam suas armaduras lustradas... Esfregava os olhos e voltava a ver turistas e máquinas fotográficas no cenário dos meus sonhos.
Talvez por não ter criado nem uma fagulha de expectativa, Girona foi um lugar surpreendentemente adorável. É impressionante o que acontece quando não se faz na mente um filme do que ainda vai acontecer. As cenas se desenrolam tão naturalmente como nas mãos de um bom diretor.
À noite, com Alejandro de trilha sonora, de volta ao aeroporto, demos adios à mais recente campeã do mundial (diga-se de passagem, não havia resquícios de entusiasmos com a primeira vitória na copa).
Já quase havia esquecido o quanto era divertido estar com portugueses quando as luzes do avião se apagaram para o procedimento normal de decolagem noturna:
Senhora: - Logo vai se mudar a intensidade da luz. É só esperar um bocadinho que já vao pôr isto mais claro. Não vai ficar escuro assim.
Miúdo: - Aqui ou lá fora?
É bom ter portugueses para alegrar a viagem!
É bom ter portugueses para alegrar a viagem!
Nenhum comentário:
Postar um comentário